Beto Richa entrega escrituras para 4.600 famílias

O prefeito Beto Richa, de Curitiba, entregou na última terça-feira (23) escrituras de regularização de área para 4.600 mil famílias atendidas pela Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab). As escrituras beneficiam famílias que moram em ocupações que foram regularizadas e moradores que deixaram áreas de risco e foram reassentados. 

A entrega das escrituras alcança moradores de 52 vilas e áreas de reassentamento, localizadas em todas as regiões.
“Estamos fazendo uma verdadeira revolução na política de habitação de Curitiba e, pela primeira vez na história da cidade, reunimos um número tão grande de beneficiários. É uma prova de que as ações da Cohab estão chegando a todas as regiões, com um amplo alcance, beneficiando quem mais precisa de uma solução para o seu problema de moradia”, disse o prefeito. A entrega foi no Pavilhão de Exposições do parque Barigui.
“A escritura significa a legalização de uma situação de insegurança. Agora, os moradores das áreas regularizadas, não serão mais ocupantes, mas proprietários de seus imóveis. Isso é cidadania e ficamos satisfeitos em garantir à população a conquista destes avanços”, acrescentou Richa.
Este é caso, por exemplo, da diarista Marli Matias, que mora no Jardim Alvorada, no Cajuru, há 26 anos. “Quando eu cheguei na Vila era só mato e banhado. Agora, as ruas tem asfalto e na vizinhança tem tudo que preciso. Só faltava mesmo o documento. Estou realizada”, afirmou.
A manicure Elizabete Carvalho de Souza, da Vila Bem-te-vi, na Fazendinha, esperou 15 anos para receber a escritura do terreno onde vive. Mãe de um filho de 17 anos, ela chegou no lugar com um bebê no colo, enfrentando condições bem difíceis. “Havia muito mato, sem ruas, água ou luz”, lembrou. Por isso, com a escritura na mão, ela disse que se sentiu vitoriosa: “era o sonho da minha vida”.
O processo de regularização de áreas ocupadas irregularmente inclui a aprovação e registro da planta de loteamento, que prevê a compatibilização de duas variáveis: a distribuição e organização dos lotes e o cumprimento dos parâmetros da legislação urbanística do município.
Até recentemente, esta era uma conta que não fechava porque nas ocupações os lotes normalmente são menores e as ruas mais estreitas do que previa a legislação de parcelamento do solo federal e municipal. Para tornar possível a regularização foram promovidas mudanças na legislação municipal, flexibilizando as exigências para aprovação de projetos de loteamentos nos processos de regularização fundiária.
Já as famílias reassentadas que receberam as escrituras trocaram uma situação de risco por um imóvel de alvenaria em local seguro, com infraestrutura e equipamentos comunitários. Com o documento em mãos, elas são proprietárias das casas e sobrados para onde foram transferidas. A maior parte delas morava na beira de rios e enfrentava alagamentos freqüentes.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Curitiba
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